Talento real
on 29 de outubro de 2009
at 18:01

Quem ganhou o livro autografado dos Bichinhos de Jardim entre todos que deixaram um comentário aqui foi o Rodrigo Meirelles (Ogro), que citou “O Homem que Calculava”, do Malba Tahan. O sorteio foi pelo random.org. Parabéns, Rodrigo! Em breve entro em contato pra combinar a entrega do prêmio. E obrigada a todos que deixaram dicas valiosas de livros. Fiquem ligados em novos sorteios. Beijos e bom fim de semana!



Ahh Clarinha!! Amei!!
Bom… um livro só é muuuito difícil, porque há alguns anos eu era leitora assídua… mas eu AMO um livro que eu li qdo tinha 8 anos, chama-se “restos de arco-íris”, eram pequenas poesias interligadas, fazendo uma história. Pelo que me lembro, era um rapaz adolescente escrevendo sobre seus anos no colégio (bom, pelo menos é disso q me lembro). A capa era linda, arco-íris desenhado a lápis com só os toquinhos dos mesmos “jogados” pela folha… (lembro dum dia que eu tava no carro com meu pai, indo pra escola, com o livro na mão… estava chovendo e eu queria pintar o céu com os lápis de cor, mesmo sabendo que era impossível…)
Li tanto que a moça da biblioteca da escola, quando eu chegava, já até sabia: restos de arc-íris e mais algum outro…
😛
Um livro que mexeu muito comigo foi o livro “Quem Mexeu no Meu Queijo”, esta obra de Spencer
Johnsons é uma parábola que fala sobre as possibilidades da mudança de uma
maneira fantástica. Enfatiza que o ser humano possui dentro de si os recursos e
as capacidades necessárias para vencer tal desafio. Cada pessoa é responsável
por suas escolhas, sucessos e insucessos.
Quem mexeu no meu queijo debate sobre a importância de aprender a lidar com as mudanças no
trabalho e na vida. Expressa isso simbolicamente com dois ratinhos e dois
homenzinhos vivendo num labirinto. Os ratinhos têm
facilidade em enfrentar as
mudanças, adaptando-se facilmente a elas. Enquanto que os homenzinhos sofrem a
terrível ameaça do medo. Medo de fracassar, medo da incapacidade, medo de
errar, medo de perder-se, medo de sofrer …, e são tantos os medos que os
prendem a velhos hábitos no antigo lugar.
Até que, um deles começa a raciocinar
na mudança operada pelos ratinhos indo embora a procura de novos queijos. Ele
resolve ir também procurar o seu queijo, mas antes insiste com o amigo para
acompanhá-lo. Este não quis, então o homenzinho traja-se do necessário e sai a correr
pelo labirinto, deixa uma mensagem
escrita na parede, circulada pelo desenho de um queijo, se o amigo lesse,
poderia ir atrás dele. E assim a cada canto que parava, escrevia no muro o
resultado de sua experiência, como uma alerta para o amigo se fortalecer se
viesse após ele. Nessa corrida enfraquecera várias vezes e quase caíra, mas
tornava a se levantar e criar novas forças com o pensamento constante no queijo
que queria encontrar.
A história nos induz
a pensar que cada pessoa é um misto de Sniff e Scurry, os ratinhos e Hen e Haw,
os homenzinhos. Pode-se pensar na parte prática da vida, nos atos mecânicos,
como ir e vir, alimentar-se, trajar-se, etc. adapta-se com mais facilidade a
mudanças, enquanto que a melhoria nos relacionamentos, o aprimoramento pessoal
e grupal, a busca de novas oportunidades; são tarefas bem difíceis de serem
conquistadas.
O queijo é aquilo
que mais almejamos. Pode ser um curso, um novo trabalho, uma casa, um bom
relacionamento, e tantas outras coisas. Cada pessoa quer encontrar o “seu
queijo” e age de acordo com as suas capacidades, competências, circunstâncias,
o momento e o lugar.
Fazendo um paralelo
do que diz Spencer Johnsons no livro, com os estudos realizados sobre
organização e a importância da participação, conclui-se que a história tem
muito a nos ensinar no sentido de esforço pessoal e persistência; porém ,segue
a linha capitalista, onde a pessoa que mais se esforça segue sozinha e
conquista o objeto do seu desejo. Pensando em organização e participação,
sabe-se que necessitamos enfrentar as mudanças em conjunto. Não é
possível fazer tudo o que sonhamos isoladamente. É verdade que tudo o que
precisamos está dentro de nós, mas em estado latente. Há diversos fatores que
interferem em nosso desenvolvimento pessoal, para que isso possa ocorrer faz-se
necessário a ajuda do outro tanto quanto o outro depende de nós. Para que um
grupo possa evoluir e alcançar o sucesso desejado, necessita da participação de
cada membro da equipe.
“Como mudar o mundo” de David Bornstein.. fala sobre empreendedorismo social, com histórias bem legais.
“O Pequeno Príncipe”, de A. Saint Exupéry. a gente faz questão de fingir que somos adultos o suficiente para esquecer que o mundo é maravilhoso o suficiente para nos fazer acreditar nele. e se não somos adultos ainda, a única coisa que desejamos é o ser. o pequenino me transformou no mais belo de mim, bem ao lado da minha pequenina. e é por isso, clarinha, que eu amo o príncipe, a principessa e vc!
minhas primeiras lembranças de boas risadas lendo um livro…..Cândido Urbano Urubu….me lembro de começar a rir sem parar e minha mãe sem conseguir entender qual era a graça….heheheheh
Um livro que marcou minha vida quando pré-adolescente foi “A Droga da Obediência”. Foi com ele que aprendi que eu posso questionar os padrões sociais.
Livro que marcou PROFUNDAMENTE a minha vida… uma enciclopédia de mais de duas mil páginas e de beirada pontuda que, quando eu tinha quatro anos, meti a cabeça na estante e o livrão caiu em cima de mim, me deixando uma cicatriz no supercíclio.
Hehehe! mas além desse, um livro que marcou a minha vida foi “Assassinato no expresso do Oriente” da Agatha Christie. Foi o primeiro “livro adulto” que li e não parei mais, quando eu tinha uns 12 anos.
Um livro que marcou minha vida… A Menina que roubava Livros, foi a partir daí que eu decidi aprender alemao, que decidi escrever, além de ter mudado completemente minhas pespectivas de narraçao.
Aaaaaaaaai gente! eu quero um livro Bichinhos de Jardim! a Joaninha é DIVA! *-*
Rá! Minha namorada adora o blog, e tem até o meleca! Um livro autografado seria tudo!!!
Parabéns pelas tirinhas!
P.S.: Joana é a melhor!
Mastigando humanos do Santiago Nazarian, mto bom…