Talento real
on 29 de outubro de 2009
at 18:01

Quem ganhou o livro autografado dos Bichinhos de Jardim entre todos que deixaram um comentário aqui foi o Rodrigo Meirelles (Ogro), que citou “O Homem que Calculava”, do Malba Tahan. O sorteio foi pelo random.org. Parabéns, Rodrigo! Em breve entro em contato pra combinar a entrega do prêmio. E obrigada a todos que deixaram dicas valiosas de livros. Fiquem ligados em novos sorteios. Beijos e bom fim de semana!



um livro que me marcou a vida foi A Droga da Obediência. Nem tanto pela história em si mas como foi o modo que aprendi a gostar de ler atráves dos livros do Pedro Bandeira. Deixou de ser uma obrigação das aulas de português para virar diversão. Ainda é um dos meus livros preferidos.
Não tem como negar, um dos melhores livros e que muda sua forma de pensar é “quem mexeu no meu queijo” best seller FTW =D
aah, eu quero o livro *-*
Pô, livro que mais me marcou foi A Arte da Guerra, do Sun Tzu. Me ensinou, além de conceitos de administração, várias coisas úteis no dia-a-dia, ao negociar.
Embora o que eu mais tenha gostado de ler até agora tenha sido “A Escolha dos Três”, segundo volume da série Torre Negra.
Eu quero Bichinhos de Jardiiiiiiiim!
Nossa, q marcou minha vida acho q foi Cidade do Sol, do Khaled Housseini… chorei demais!!!
“A montanha encantada” é um livro muito bacana, que gostei muito de ler.
Fala sobre umas crianças que caíram dentro de uma montanha e lá descobrem cidades
feitas de outro habitada por anões.
Excelente livro mesmo!!
Sem dúvidas… Caçador de Pipas!!! Fiquei um bom tempo seca depois, pois todas as lágrimas que meu corpo poderia produzir em 1 ano, foram apresentadas apenas nesta leitura.
Recomendo a todos!
“Ensaio sobre a Cegueira” minha namorada me passou para ler, tem uma valorização a vida muito boa.
A Cabana…acabou de ler!!
Lembro de ter lido na infância um livro chamado: Vaidade no Terreiro… na verdade, ninguém sabe quem começou essa história de rei do terreiro, mas não importa. O fato é que o havia um galo chamado “Bituca” que cantava a chegada do dia como ninguém e tinha o pato Fafim, que nadava lindamente. Ambos tinham uma torcida, os dois mereciam ganhar o título. Para resolver o impasse, chamaram o marreco Melquíades, que preparou um desafio: Bituca teria que nadar e Fafim teria que cantar. Chegou o dia e quem ganhou foram todos, entendendo que no terreiro não cabia nem rei nem rainha. Cada um cuida do que sabe fazer e ponto final. São lições como esta que devemos levar em nossas vidas… Adoraria ganhar seu livro!